Prêmio Mulheres Tech em Sampa

O MariaLab se inscreveu no Prêmio Mulheres Tech em Sampa realizado pela Rede Mulher Empreendedora, e aguardamos ansiosamente pelo resultado!

De qualquer forma se não formos contempladas com a premiação vamos tentar realizar o projeto que propomos na inscrição do prêmio. Veja os detalhes:

Responsáveis pelo projeto:
Equipe do MariaLab: Ana Paula Lima, Carine Roos, Fernanda Shirakawa, Vanessa Guedes, Vanessa Tonini

Nome do Projeto:
Hackeando sua campanha digital

Faça uma breve apresentação sobre você:
[Nessa] Nessa Guedes é programadora, e fundadora da Plano Hype e do MariaLab. Desde 2011 é membro do Garoa Hacker Clube, primeiro hackerspace do Brasil. Além de evangelista de software livre desde 2006, costuma promover e participar de iniciativas como RodAda Hacker, que empoderam mulheres dentro do mundo da tecnologia.

[Fer] Sonhadora da arte e curiosa pela tecnologia, tenta alinhar a vontade de salvar o mundo e uma vida harmoniosa e saudável. Tem o interesse em estudos sobre feminismo na tecnologia e segurança da informação. Também é mentora da RodAda Hacker, integrante do hackerspace MariaLab e parte da Escola de Ativismo.

Inclua seu currículo:
[Nessa] Com formação técnica em Redes de Computadores, começou na área de infraestrutura de redes, mas acabou aprendendo a programar; e há cerca de sete anos trabalha na área de desenvolvimento. Hoje em dia atua como gestora de projetos digitais, e toca a sua própria empresa de desenvolvimento web, com foco em projetos de sustentabilidade e direitos humanos.

[Fer] Fernanda Shirakawa, formada em Desenho Industrial pela UFPR, com especializações em Gestão de Design e Mídias, desenvolve projetos de comunicação online e programação para internet há mais de 10 anos. Nos últimos anos atuou em organizações ambientais e atualmente desenvolve produtos digitais para ativismo e mobilização em coletivos como a Escola de Ativismo e Wikipraça. Também é sócia da Sustentalab, empresa de comunicação digital voltada para ONGs e terceiro setor.

Caso tenha Portfólio de realizações relacionados ao objeto do concurso:

RodAda Hacker:
Nessa: RodAda Hacker, FISL, Garotas CPBr, MNT, MariaLab.
http://nessaguedes.com.br/
Fer: RodAda Hacker, Percursos de aprendizagem sobre SI, Sites para ONGs
http://sustentalab.com.br/
https://ativismo.org.br/

RodaAda Hacker FISL
http://softwarelivre.org/fisl15/noticias/rodada-hacker-mulheres-na-programacao
http://rodadahacker.com/rodada-especial-forum-internacional-do-software-livre/
Primeiro dia no FISL15

RodaAda Hacker Rio:
http://www.rodadahacker.org/
Outras RodAdas:
https://www.facebook.com/RodAdaHacker

Descrição dos parceiros:
FIAP – é o maior e mais relevante centro de excelência em ensino de tecnologia, inovação e negócios do pais, um hub ideal para empreendedorismo, inovação e tecnologia. É uma instituição que acredita que a tecnologia e a criatividade são as respostas para grande parte dos problemas mundiais. Sua parceria com o MariaLab será de seder espaço para uma das oficinas aqui proposta.

iMasters – é o maior portal de tecnologia do país, apoia as comunidades formadas com interesse de aprender e compartilhar informações sobre tecnologia. Sua parceria com o MariaLab será de seder espaço para uma das oficinas aqui proposta.

Fundação Rosa Luxemburgo – instituição internacional sem fins lucrativos que visa a formação política e o fortalecimento da democracia. Os princípios que orientam seu trabalho têm como base as ideias de socialismo democrático, internacionalismo, antifascismo, antirracismo, igualdade de gênero e defesa do meio ambiente. Sua parceria com o MariaLab será de seder espaço para uma das oficinas aqui proposta.

Objetivos e justificativa do projeto:
O MariaLab hoje é um coletivo com ar de hackerspace, cuja maioria de suas participantes vive na cidade São Paulo. O grupo é aberto à participação de qualquer pessoa. Hackerspace é um espaço colaborativo, gratuito, para que pessoas se encontrem e executem projetos em parceria – apenas por diversão, para aprender coisas novas e trocar experiências. O MariaLab ainda não tem sede fixa e por isso se organiza em pequenos eventos itinerantes.

O MariaLab nasceu da necessidade de um espaço que parecesse mais receptivo às mulheres na área de ciência e tecnologia, e onde as mulheres de fora da área, que queiram aprender mais sobre tecnologia, pudessem começar seus estudos e trocas sem medo. Um local seguro para errar e aprender. O grupo é voltado ao público em geral, mas preferencialmente para àqueles que enfrentam dificuldades e preconceitos nesse campo de atuação. Somos especialmente solidárias às pessoas trans.

No Prêmio Mulheres Tech em Sampa, o MariaLab vê uma oportunidade de crescimento de sua comunidade e cultura através do incentivo recebido. O MariaLab existe desde abril de 2014 e está cheio de projetos e boas intenções para o presente e futuro, pensando sempre em estratégias para encorajar mais mulheres a ingressarem na área da tecnologia. Como entidade, o MariaLab terá ações que irão além das que foram propostas para o Prêmio Mulheres Tech em Sampa, pois somos uma comunidade e não uma grupo temporário. A nossa intenção, quando buscamos prêmios de incentivo, é consolidar nossa comunidade através de eventos e ações, e mostrar que o MariaLab pode ajudar cada vez mais mulheres a se engajarem dentro do mundo de tecnologia de forma natural e amigável.

Descreva o projeto e plano de ações:
Sabemos que existem dificuldades em começar uma campanha online, desde o planejamento da mensagem e o estudo do público alvo até o monitoramento da performance do produto digital.
Queremos ajudar mulheres empreendedoras que querem:

  • lançar uma campanha online usando ferramentas digitais;
  • buscar inspirações e ideias inovadoras para fomentar a comunicação com o público online;
  • querem aprender a aplicar ferramentas e estratégias, e não apenas conhecer teorias;

Para isso, propomos a realização de 3 oficinas presenciais durante 2015. As oficinas seguiram o seguinte percurso:

Oficina 1 : Desenhe sua campanha digital:
No primeiro encontro faremos uma apresentação do projeto e logo em seguida iremos planejar uma campanha online com as participantes. Começaremos com uma análise dos públicos parceiros, comunidades e tomadores de decisão. Depois iremos trabalhar as mensagens da campanha e as redes de contatos. Falaremos também sobre análise de performance, licenças digitais e práticas na produção de conteúdo.

Oficina 2 : Escolha suas ferramentas e coloque a mão na massa
Na segunda oficina apresentaremos as ferramentas disponíveis para cada produção de conteúdo digital (site, vídeo, rede social, emails) e iremos fazer trilhas de aprendizado aplicadas em desenvolver esses produtos digitais.

Oficina 3 : Como divulgar e manter seguras as informações da sua campanha
No último encontro iremos analisar as estratégias de divulgação da campanha no mundo online e praticar como se expressar seguramente nas redes sobre assuntos sensívies, protegendo-se do assédio misógino.

Proposta detalhada da contrapartida:
Iremos realizar 3 oficinas para cerca de 30 mulheres cada, sendo 10 vagas exclusivas para a Rede Mulher Empreendedora, SP Negocios e Google.
Além disso produziremos 3 vídeos como documentação da oficina que serão entregues à rede apoiadora como material didático.

Qual o cronograma de trabalho para execução do projeto:
25/04, sábado – Oficina 01 e abertura
15/08, sábado – oficina 02
21/11, sábado – oficina 03 e encerramento

Qual é o impacto esperado e as métricas de avaliação:
Esperamos empoderar mulheres para usar ferramentas e estrátegias de comunicação digital, e além disso fortalecer o MariaLab e a rede de pessoas que trabalham com questões de gênero e tecnologia.
Iremos acompanhar o desenvolvimento de produtos de comunicação relativos às campanhas digitais das participantes durante o ano de 2015. No final das oficinas iremos avaliar o conhecimento adquirido através de uma pesquisa direcionada às participantes.

Descreva o plano de divulgação do projeto:
O projeto será divulgado nas redes de contatos das proponentes, assim como em canais de comunicação disponíveis das parcerias já citadas.
Iremos também criar um grupo no Facebook, uma lista de email e um canal do twitter para publicar as informações e interações sobre o projeto.